Descubra os modelos mais bem pagos do mundo em 2025: o top 10

As disparidades de remuneração na modelagem não obedecem a nenhuma lógica fixa: uma campanha publicitária pontual pode, às vezes, render mais do que um contrato de embaixadora por várias temporadas. Algumas figuras, ausentes das passarelas principais, superam, no entanto, as habituais das grandes casas no ranking de rendimentos.

Para 2025, o ranking das modelos mais bem pagas reflete a crescente influência das colaborações digitais, a diversificação para o empreendedorismo e as estratégias de marca pessoal. Os valores atingem níveis recordes, revelando trajetórias atípicas e disparidades inéditas entre perfis internacionais.

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O que o ranking de 2025 revela sobre a evolução da profissão de modelo

Em 2025, o ranking transforma as referências de uma profissão há muito dominada pelas passarelas e contratos de exclusividade. As grandes ícones de ontem, como Naomi Campbell ou Kate Moss, dão lugar a uma nova geração que multiplica projetos e constrói sua notoriedade muito além das passarelas.

A carreira de modelo, hoje, não se limita mais à moda. Ela se estende ao empreendedorismo, ao cinema, à televisão e, principalmente, às redes sociais, verdadeiros trampolins de visibilidade e renda. Rosie Huntington-Whiteley constrói uma empresa no setor de beleza e acumula papéis no cinema. Chrissy Teigen equilibra televisão, culinária e negócios. Cara Delevingne, por sua vez, se destaca tanto nas telas quanto na música.

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Impossível ignorar o impacto do digital. A presença online torna-se um ativo decisivo. Kendall Jenner é o exemplo mais marcante: ao reunir milhões de seguidores no Instagram, ela multiplica seu valor para as marcas. As agências históricas, como IMG Models ou Elite, permanecem pilares, mas o controle da imagem agora se desloca para as próprias criadoras, capazes de mobilizar seu público no YouTube ou Weibo. Esse novo equilíbrio transforma a hierarquia entre as tops models.

As modelos mais bem pagas do mundo em 2025 representam essa mudança decisiva. Sua força: investir em todos os terrenos, desde colaborações com grandes casas até o lançamento de sua própria marca, sem negligenciar o design, o cinema ou o universo da cosmética natural. A versatilidade e o domínio de sua imagem tornam-se os novos motores do sucesso e redesenham os altos da indústria.

Por que algumas modelos ganham tanto? Análise das disparidades de renda

O salário de modelo abrange uma faixa espetacular. As disparidades, ano após ano, aumentam entre aquelas que capitalizam sobre sua notoriedade e aquelas que inventam um novo modelo de sucesso. Kendall Jenner, apoiada pela aura familiar Kardashian-Jenner e uma onipresença no Instagram, atinge 50 milhões de dólares em 2025. Gisele Bündchen continua sua trajetória fora do comum com 47 milhões, impulsionada por suas coleções de lingerie, sapatos e parcerias com Chanel ou Versace.

A dinâmica familiar dos Hadid ilustra essa ascensão. Gigi (33 milhões) e Bella (35 milhões) não se contentam em apenas desfilar. Sua influência digital, combinada com colaborações de prestígio, como Victoria’s Secret e Chanel, abre as portas para uma visibilidade global e cachês à altura. Liu Wen, a primeira estrela asiática do ranking, exibe 28 milhões de dólares. Campanhas internacionais e uma comunidade engajada nas redes sociais a estabelecem como uma figura indispensável.

A diversificação se impõe como uma estratégia vencedora. Rosie Huntington-Whiteley (23 milhões) e Chrissy Teigen (21 milhões) se destacam por seus investimentos em beleza, televisão ou culinária. Cara Delevingne, por sua vez, tira proveito de suas incursões na música e no cinema para alcançar 18 milhões. As modelos que combinam presença online, colaborações múltiplas e projetos empreendedores veem suas rendas subirem bem além das passarelas.

Abaixo estão os principais fatores que explicam esses valores impressionantes:

  • Colaborações internacionais: contratos com marcas globais que multiplicam a exposição e os cachês.
  • Empreendedorismo: criação de linhas de produtos ou investimentos em beleza e moda, para diversificar e garantir a renda.
  • Influência digital: capacidade de criar e reunir uma comunidade fiel no Instagram, YouTube ou Weibo, o que atrai marcas ávidas por visibilidade.

O salário em milhões não depende mais apenas do prestígio de uma passarela. Ele recompensa aquelas que sabem se renovar, se estabelecer como uma marca por si mesmas e reunir públicos muito além das fronteiras habituais da moda.

Modelo feminina em calça chique em um estúdio moderno

O top 10 das modelos mais bem pagas do mundo em 2025: retratos e números a apoio

O ano de 2025 impulsiona uma nova geração de modelos mais bem pagas, pilares de uma moda globalizada e onipresentes em todos os canais de influência. Kendall Jenner domina o ranking com 50 milhões de dólares, fruto de parcerias estratégicas com Estée Lauder, Calvin Klein, Chanel, e uma influência digital sem igual. Gisele Bündchen não perdeu nada de sua força e acumula 47 milhões de dólares graças a contratos históricos e coleções pessoais.

  • Bella Hadid (35 milhões de dólares) e Gigi Hadid (33 milhões) confirmam sua posição de liderança. Além das passarelas da Victoria’s Secret, Chanel ou Marc Jacobs, é sua habilidade de reunir imensas comunidades no Instagram que faz toda a diferença.
  • Liu Wen, pioneira asiática do ranking com 28 milhões de dólares, representa a ascensão do mercado chinês e o crescimento de colaborações com Chanel ou Givenchy.
  • Adriana Lima (25 milhões), figura emblemática da Victoria’s Secret, e Rosie Huntington-Whiteley (23 milhões), empreendedora de sucesso, também se destacam neste top.
  • Chrissy Teigen (21 milhões) capitaliza na televisão e nos negócios. Cara Delevingne (18 milhões) combina moda e cinema. Joan Smalls Rodriguez (16 milhões) multiplica as campanhas para as grandes casas de luxo.

Esse top 10 testemunha uma indústria que muda de rosto: diversificação, poder das redes sociais, colaborações globais e capacidade de investir em outras culturas. A notoriedade não se joga mais apenas nas passarelas, mas na interseção da moda, dos negócios e do digital. E amanhã, quem ainda saberá reinventar esses códigos para se estabelecer no topo do ranking?

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